arthurcampinas
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Sinceramente? Saudade do antigo CSGO, a Valve cresceu o olho sobre o cenário, e acabou perdendo e perde muitos players até hoje, lembro de quando eu rodava o CSGO com o meu Celeron e uma Intel HD Graphics 128mb, e mesmo assim fui muito feliz, o tempo passou, o saudosismo continua e não consigo mais jogar e nem me divertir como antes, pois não roda mais em meu notebook, tristeza.
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alexandre.araujo.logistica
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Um retorno às origens. Como um fã de longa data de BF, depois de quase 10 anos, temos um ótimo jogo. Talvez não seja o melhor já feito da série, mas com certeza é um excelente FPS militar arcade. A minha insatisfação com o CoD (que também sou fã de longa data) é crescente desde 2019, sentando solitariamente como o título popular de FPS, não prezou por nada em agradar os seus jogadores. E é isso que está sendo feito de diferente aqui, esse Battlefield além de um próprio retorno à fórmula única que define um BF, é também um reconhecimento dos erros do passado, pra se redimir, a EA e DICE estão ouvindo fortemente a comunidade, patchs de correção na mesma semana de surgimento do problema, sem battlepass no lançamento, sem skins apelativas pra farmar dinheiro e arruinar a imersão do jogo. Óbvio que se tratando da EA, qualquer ação positiva pra comunidade é suspeita, porém, até então, parece valer a necessidade de agradar a comunidade, pra evitar qualquer desgaste, que se tornou gigantesco com BFV e BF2042. O jogo vale a pena pra quem busca uma experiência quase que nostálgica de FPS militar, um BF já clássico, ainda que arcade, muito imersivo e caótico, e principalmente, divertido. E uma nota final, esse jogo não é um CoD, e ainda bem que não é. Que toda esse positividade contamine o cenário e as desenvolvedoras, provando que se o jogo é bom e divertido, se vende sozinho.
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